ANAIS CIOPAR - Vol. 3 - 2017 - ISSN: 2237-9231


Título: AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO SONO E SUA RELAÇÃO COM A DISFUNÇÃO OROFACIAL EM CRIANÇAS
Área: DISFUNÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR E DOR OROFACIALENDODONTIAFARMACOLOGIA
Autores: SANDRA SPERANDIO DE CARVALHO (UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ - UTP); CARLA CRISTINA WEYRICH (UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ - UTP); ALESSANDRA VAZ PINTO HAPNER (UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ - UTP); BIANCA LOPES CAVALCANTE DE LEÃO (UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ - UTP)

Resumo:

Os componentes do sistema estomatognático agem de forma conjunta, portanto, a partir do momento em que há equilíbrio desse sistema, por fatores como a presença de hábitos parafuncionais, respiração oral, modificação da tonicidade dos músculos mastigatórios, modificação do padrão de mastigação e deglutição, dependendo da magnitude duração e frequência podemos ter um panorama de disfunção orofacial. Considera-se de fundamental importância que seja realizada a avaliação da função oral nos primeiros anos de vida, e o acompanhamento durante toda a infância e adolescência, para que dessa maneira possam ser propostos protocolos de tratamento caso seja necessária alguma intervenção. Objetivo: Avaliar a qualidade do sono e a sua relação com a disfunção orofacial em crianças de 6 a 14 anos.Métodos:Foi desenvolvido um estudo em uma amostrade 47 crianças e adolescentes de 6 a 14 anos de idade. Para avaliação da função orofacial foi utilizado o The Nordic Orofacial Test – Screening - NOT-S e para avaliação do sono foi utilizado o questionário de qualidade de sono de Pittsburgh.Resultados: A análise dos questionários demonstrou que 55% das crianças apresentaram boa qualidade do sono, 38% apresentaram qualidade do sono ruim, e 7% apresentaram distúrbio do sono. Relacionando o sono com a disfunção orofacial medido através do NOT-S, os resultados mostraram que o score variou de 1 a 6 com média de 4,0 (±1,23).Conclusões: A relação entre a qualidade do sono e a disfunção orofacial revelou, para esta amostra, que as crianças com pior qualidade do sono apresentaram maior comprometimento orofacial.



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